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Estudo 7- Adoração como estilo de vida
Estevão, um adorador.
Versículos chave: Atos 7:54-60
Introdução
Vivemos dias em que a palavra “adoração”
tem sido usada constantemente, às vezes até
de modo errôneo por algumas pessoas que
tentam subordiná-la à música. Durante algum
tempo, foi disseminado nas igrejas que para
adorar a Deus era necessário: primeiro,
estar dentro de uma igreja; segundo, ter um
bom grupo de louvor e um ministro que
dominasse todas as técnicas de oratória e
que conseguisse levar o povo até a presença
de Deus. Mas graças a Deus, nestes últimos
dias, o Senhor tem liberado para o seu povo
um novo conceito de adoração, uma adoração
que não depende do lugar, da música e nem de
técnicas. Uma adoração que necessita somente
de um homem com coração quebrantado,
contrito e um desejo ardente de obedecer a
Deus até as ultimas conseqüências. Isto é,
adoração como estilo de vida.
Desenvolvimento
Estevão como modelo de adorador
A história de Estevão é uma história
emocionante. Muitos o conhecem como o
primeiro mártir, mas eu quero lhe mostrar
por outra perspectiva: a de um adorador.
Olhando a pequena história de Estevão,
podemos ver que ele era um adorador modelo.
Vamos começar a enumerar algumas
características de Estevão que o qualificam
como adorador: ele era um homem cheio de fé
e do Espírito Santo (Atos 6:5).
O adorador precisa ser cheio de fé e do
Espírito Santo, pois a própria palavra diz:
“ora, sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb
11:6). A adoração é um ato de agradar a
Deus, então, pelo simples fato de termos fé
em Deus já estamos O adorando. O que nos faz
ter fé com certeza é o Espírito Santo que
habita em nós; Estevão era cheio da
sabedoria do Espírito (Atos 6:10).
O adorador não confia na sua própria
inteligência, mas se sujeita totalmente à
sabedoria que vem do Espírito. Paulo disse,
em sua carta aos Coríntios: “a minha
palavra, e a minha pregação, não consistiram
em palavras persuasivas de sabedoria humana,
mas em demonstração do espírito e de poder”.
Estevão tinha ousadia (Atos 6:8).
O adorador é ousado, ele vai segundo a
vontade de Deus aonde outros não têm coragem
de ir. Ele faz segundo a vontade de Deus o
que os outros não querem fazer. “Hb 10:19”.
A prova de que ele tinha intimidade com Deus
estava no seu rosto (Atos 6:15). O adorador
tem algo sobrenatural no seu rosto. A prova
de que estamos com Deus é a diferença que
Ele opera em nossas feições.
Através da experiência de Estevão, podemos
ter como lição muitas coisas que podem nos
ajudar nos momentos de dificuldades, ou
seja, ter a atitude de um verdadeiro
adorador. Primeiro, Estevão voltou seus
olhos para o céu. Voltar os olhos para o céu
significa que o mais importante para você é
o que vem lá do alto e não o que vem daqui
da terra; é dizer para o mundo: “o meu
tesouro está no céu”, “eu não sou deste
mundo”, “eu estou olhando para minha casa
onde está o meu ‘Papai’”.
O verdadeiro adorador, quando tem realmente
fome e sede de Deus, não se importa com o
lugar, à hora ou a situação, ele quer é ver
a glória de Deus. Como ver a glória de Deus?
Todas as vezes que desviamos o nosso olhar
de nós mesmos e deste mundo corrupto, sujo,
que nos oferece a todo o momento prazeres
momentâneos, que nos afastam de Deus, e
fazemos como Estevão, voltando nossos olhos
para o céu, Deus nos mostra a sua glória.
Só o verdadeiro adorador vê Jesus como Ele
realmente é: rei, à direita de Deus, que
venceu a morte, que tomou as chaves do
inferno da mão do diabo, o que sujeitou
debaixo do seu poder todos os principados e
potestades. O adorador vê Jesus como está
escrito em Ap 19:11-17, Todo-Poderoso. O
adorador não retém o que Deus lhe dá, ele
passa para frente, ele quer que o mundo veja
Jesus como Ele é, redentor, salvador...
Que você venha meditar nestas palavras e
guardá-las em seu coração.
“Escondi a tua palavra em meu coração, para
não pecar contra Ti.” Salmos 119:11
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